segunda-feira, 17 de março de 2014

comer e beber barato com congonhas

Aeroporto no Brasil infelizmente é sinônimo de preços supervalorizados. Em São Paulo, até as rodoviárias abusam com a certeza de que os passageiros não têm muitas opções a não ser desembolsar o que elas pedem. Há algum tempo, a Infraero começou a inaugurar as “lanchonetes populares”, que apesar de normalmente ficarem escondidas, sem dúvida vieram para tentar baixar um pouco os valores cobrados nos terminais. Pena que os aeroportos privatizados estão ficando de fora.
A capital paulista foi uma das últimas a receber a loja de conveniência da Infraero, que pouca gente sabe onde fica. Por falar nisso, comer e beber barato em Congonhas sempre foi praticamente impossível. Uma cerveja, por exemplo, custa a partir de R$9 a long neck, um pão de queijo é vendido por cerca de R$5 e um refrigerante não sai por menos de R$6. Mas escondido no subsolo do aeroporto estão ótimas opções pra quem quer economizar. A pena é que pouca gente conhece essas alternativas. Por isso, listamos aqui algumas opções para você gastar menos e valorizar o seu dinheiro.

O acesso ao subsolo, onde estão as melhores opções econômicas do aeroporto, é feito pela área externa do desembarque ou pelo acesso aos táxis.
BC EXPRESS FOOD & BEVERAGE
Comer e beber barato em Congonhas (Foto: Esse Mundo É Nosso)
Essa é a “lanchonete popular” da Infraero. São cerca de 15 itens com preços mais baixos que nos demais bares e restaurantes do aeroporto. Entre os produtos, além de bebidas, estão salgados e sanduíches com valores controlados.
MÁQUINAS
Bem ao lado da lanchonete anterior, foram dispostas máquinas de bebidas e comidas. Os preços são os mais baixos de Congonhas. Um refrigerante, por exemplo, custa R$3 a lata e um salgadinho sai por R$5.
FAST FOODS
Comer e beber barato em Congonhas (Foto: Esse Mundo É Nosso)
Ainda mais escondidos, ficam duas opções mais econômicas para quem quer fazer uma refeição. As lojas do McDonald’s e Baked Potato. Descendo a escada rolante, passando pela Food & Beverage, vire à esquerda no sentido da fila para os táxis no desembarque.
Comer e beber barato em Congonhas (Foto: Esse Mundo É Nosso)
Uma pena é que as opções mais baratas de alimentação em Congonhas fiquem tão escondidas. Enquanto isso, no saguão principal e na sala de embarque, os preços abusivos continuam a todo vapor.

Balada em Nova York: os melhores rooftop bars

Rooftop bars são bares no terraço dos edíficios, quase sempre com uma espetacular vista da cidade.
Em Nova York existem vários. São uma ótima opção para qualquer estação. Mas, particularmente no verão, eles viram os queridinhos do público e ficam sempre lotados.
Veja aqui a nossa lista dos melhores rooftop bars para curtir o skyline de Nova York:

1 – The Press Lounge

A vista é o grande destaque desse rooftop bar localizado em Hell’s Kitchen. De um lado, os arranha-céus de Midtown, de outro o rio Hudson.
The Press LoungeThe Press Lounge The Press Lounge
Chegue a tempo do pôr do sol, para aproveitar o espetáculo! E que espetáculo!
The Press LoungeThe Press Lounge
Na área aberta, os diversos sofás são bem concorridos. Na área interna, fechada com vidros, o clima é mais tranquilo. Ali é um boa pedida para o inverno.
The Press Lounge
A música é boa, mas é não é muita alta. Chega até a ser discreta. Por isso, não espere o calor e os agitos de uma pista de dança. O The Press Lounge é o lugar para circular, ver e ser visto e tomar um drink apreciando a bela vista.
Os preços? Cosmopolitan: USD 14. Taça de vinho: USD 14. Tábua de frios: USD 19.
The Press Lounge
End: 653 11th Avenue, esquina com a 48th Street, no terraço do Ink 48 Hotel.
Fucionamento: Domingos a terças, de 16h a 1h da madrugada. Quartas a sábados, de 16h às 2h da madrugada.

2 – 230 Fifty

Para curtir a vista do Empire State Building, o 230 Fifty é o lugar! O rooftop bar fica um prédio da 5a. Avenida, bem em frente ao famoso edifício.
230 Fifty
Se o dia estiver quente, procure se sentar em uma das mesa do roof garden, que é uma área enorme e toda aberta, com diversos coqueiros.
230 Fifty
Ali você pode escolher se prefere sentar-se em uma mesa mais próxima doEmpire State e do Chrysler Building
230 Fifty230 Fifty
A especialidade do restaurante é cozinha asiática. Não gostamos do wonton(ou wantan, USD 10), mas adoramos o Short Rib Beef Rendang (USD 16), uma costela com leite de coco, arroz de coco e ervas da Malásia. O cardápio com os preços pode ser consultado aqui.
230 Fifty 230 Fifty
Se estiver frio, opte pelo enorme lounge localizado no andar inferior do roof garden. O local é todo de vidro. O ambiente escurinho com velas e veludo dá um clima de boate.
230 Fifty230 Fifty
End: 230 Fifty Avenue, esquina com a 27th Street.
Fucionamento: Diariamente de 16h às 4h da manhã.

 3 - AVA Lounge

Localizado na cobertura do Dream Hotel, em Midtown, o AVA Lounge tem uma vista interessante da Times Square.
AVA Lounge
O lounge é todo envidraçado e o ambiente é classudo.
AVA LoungeAVA Lounge
Quando fomos, estava bem vazio. Até estranhamos como estava vazio. Quase fomos embora antes de perceber que havia um segundo andar… Lá sim, estava lotado.
No segundo andar, a vista é bem mais interessante, por não ter vidros. Em compensação, como a especialidade do restaurante neste verão ébarbecue, o cheiro de churrasco incomoda um pouco…
End: 210 West 55th Street entre a Broadway e 7th Avenue.

4 – Roof Garden do Met Museum

Durante o verão, o terraço do Metropolitan Museum of Art, conhecido comoRoof Garden, fica lotado, especialmente no pôr do sol. Turistas e, principalmente, locais ficam curtindo a vista da cidade e do Central Park.
Roof Garden
Há poucas mesas e cadeiras. Todos ficam em pé conversando com as taças na mão.
Para subir no terraço é necessário adquirir o ticket de acesso ao museu. O preço sugerido é de USD 25 por pessoa, mas cada um paga quando quiser. Depois, basta seguir as orientações para encontrar os elevadores do setor European Sculpture and Decorative Arts galleries, que levam ao terraço, no 5° andar.
End: 1000 Fifth Avenue, esquina da 82nd Street.
Funcionamento: O terraço fica aberto até meados de novembro e o bar somente funciona às sextas e sábados de 17h30 às 20h.

5 – Above Allen

Above Allen é um dos melhores rooftop bars do Lower East Side. Fica no 7° andar do hotel Thompson LES.
Estávamos hospedados nesse hotel e, a princípio, não sabíamos do rooftop bar. Quando vimos uma grande movimentação de gente, decidimos entrar no fluxo e encontramos o bar. Era um sábado, por volta de 1h da manhã, e o local estava lotadíssimo. A música estava bem animada (e felizmente não dava para ouvir dos quartos!).
Esquecemos de fotografar à noite, mas passamos lá de tarde para fotografar.
Rooftop Bar do Hotel Thompson LES
A vista é belíssima. Em uma das pontas é possível ver os edifícios Empire State e Chrysler Building
Rooftop Bar do Hotel Thompson LES
Na outra, fica a construção quase finalizada do One World Trade Center, onde ficavam as antigas torres gêmeas.
Rooftop Bar do Hotel Thompson LES
End: 190 Allen Street, esquina com a Houston Street.
Funcionamento: diariamente, a partir das 21h.

6 - Top of the Strand

Top of the Strand é outro rooftop bar para apreciar a vista e a iluminação doEmpire State Building.
Top of the Strand
A vista é, de fato, espetacular. O inconveniente é que o lugar é muito, muito pequeno. É difícil conseguir uma mesa ou mesmo pedir os drinks no balcão.
Top of the Strand
Os preços do cardápio podem ser consultados aqui.
End: 33 West 37th Street, entre a 5th e 6th Avenues.

7 – Plunge

Rooftop bar bem moderninho que fica no Meatpacking District, mais precisamente no alto do Hotel Gansevoort Meatpacking, com linda vista para o rio Hudson e para o Empire State Building.
Plunge

Foto: Reprodução

Se sobrar empolgação, ainda dá para continuar o agito nas proximidades, já que existem diversas opções de baladas no Meatpacking District.
End: 18 9th Avenue, esquina com a W 13th Street.

8 – Empire State Hotel

É um bar com lounge e DJ que fica bem próximo ao Lincoln Center.
Rooftop Bar of the Empire Hotel
Gostamos do ambiente do The Empire Hotel Rooftop, das músicas e das comidinhas.
Endereço: 44 West 63rd Street.

9 – Hudson Terrace

Foi nesse rooftop bar onde passamos o Reveillon de 2011. (Leia os detalhes no post Reveillon 2011 em Nova York).
Como era inverno, não conseguimos aproveitar a vista. As fotos da áreas abertas do Hudson Terrace são bem interessantes. Vale uma visita!
Hudson Terrace

Foto: Reprodução. http://hudsonterracenyc.com


Outros rooftop bars que gostaríamos de ter ido, mas faltou tempo:

Haven – Fica na cobertura do Sancturay Hotel. Abre diariamente a partir de 16h. End: 132 West 47th St, entre a 6th e 7th Avenues.
Renaissance New York Hotel 57′s Rooftop Terrace: Abre de quinta a domingo de 17h às 22h. End: 130 East 57th Street, esquina da Lexington Avenue.
The DL: Fica no Hotel Delancey, no Lower East Side. Abre diariamente a partir de 17h. End: 168 Delancey Street.
Grill at La Piscine at the Hotel Americano: Fica em Chelsea. End: 18 West 27th Street, entre a 10th e 11th Avenues.
Sky Room Rooftop Bar – Tem vista para a Times Square. End: 330 West 40th Street, entre a 8th e 9th Avenues.

Informações importantes:

O que vestir? Em quase todos os rooftop bars o dress code é basicamente o mesmo. Seria, como eles chamam, casual elegant ou smart casual. Até é possível ir de tênis, mas as pessoas, especialmente as mulheres, costumam ir bem arrumadinhas. Vestidos, saias e sapatos de salto são bem comuns.
Não é permitido o ingresso de pessoas usando chinelo de dedo, roupas de banho ou de academia.
Não deixe de levar consigo um documento de identidade com foto (pode ser a carteira de identidade brasileira), pois, via de regra, é exigida a apresentação de documento. Somente maiores de 21 anos podem ingressar em bares.

Viajando para o Japão com milhas: saiba como foi a nossa experiência

Comprar passagens áreas com milhas não é tarefa fácil. Demanda tempo e paciência para conseguir encontrar voos disponíveis, além de uma boa dose sorte para encontrar lugares vagos nas datas procuradas.
Voando para o Japão
Para complicar ainda mais, as companhias áreas têm dificultado a emissão de bilhetes com milhas, restringindo o número de assentos e aumentando a pontuação necessária para a aquisição do bilhetes.
Mesmo com todas as dificuldades, conseguimos ir para o Japão usando nossas milhas do programas Smiles. Não foi fácil. Perdemos algumas manhãs consultando na internet datas e voos disponíveis, mas graças à persistência deu certo!
A parte boa da história é que conseguimos comprar passagens com milhas para voar na classe executiva com um valor razoável. A parte ruim é que não conseguimos emitir os bilhetes com milhas saindo ou voltando do Brasil. Em todas as simulações que fizemos só encontramos passagens com milhas saindo dos Estados Unidos ou Europa para o Japão. Resumindo, tivemos que pagar uns trechos e usar as milhas para os demais.
A ideia inicial era ir e voltar pelos Estados Unidos, fazendo o trajeto Nova York – Tóquio. No entanto, somente conseguimos opção com milhas para fazer os trechos Los Angeles (LAX) – Tóquio (Haneda), e Tóquio (Narita) – Lisboa. Foi o que fizemos. Demos literalmente a volta ao mundo para conhecer o Japão!
Gastamos o total de 90.000 milhas por pessoa para voar na classe executiva no trajeto acima citado: LAX-Haneda e Narita-Lisboa, com as empresas Delta Airlines e Air France, parceiras da Gol. Achamos que o valor foi razoável, especialmente diante dos valores do programa de fidelidade da TAM. Em uma das pesquisas que fizemos, o valor cobrando pelo TAM Fidelidade era de 100.000 apenas para fazer o trecho Lisboa-Brasília, na econômica!
Foi a opção mais econômica? Seguramente que não. Como tivemos que comprar passagens para destinos diferentes (Brasil-LAX e Lisboa-Brasil), pagamos mais caro. Se tivéssemos comprado todos os trechos na classe econômica talvez até teria ficado mais barato. Em compensação, voamos alguns trechos na classe na executiva (ufa!!). E dificilmente teríamos conseguido não fossem as milhas…
Valeu a pena? Sem dúvida que sim! Encarar dois voos de 12 horas de duração e ainda mais 12 horas de fuso horário no conforto da executiva é muito mais fácil do que ficar enlatado na econônica. Além disso, tivemos a experiência de voar no moderno A380, o maior avião de passageiros do mundo.
Voando para o Japão


Moral da história:
1 – Tem que ser muito persistente para viajar com milhas. Pesquise, compre com antecedência e fuja da alta temporada.
2 – Não conseguiu emitir passagens com milhas saindo do Brasil? Se o destino buscado for distante e exigir uma conexão, talvez dê para emitir o bilhete com milhas da conexão até o destino final. Pode ser que valha à pena. 
3 – Milhas boas são milhas gastas. 
Deixo aqui algumas fotos da business class da Delta (A330-200) e do A 380 da Air France, trechos que fizemos com milhas. Em breve um post com o review específico de cada um dos voos!
Delta:
Voando para o Japão

Voando para o Japão



Detalhe da entrada servida no voo: salada de camarão, filé de cordeiro com mostarda e molho de manga, e atum defumado. Depois teve ainda o prato principal, queijos, mais vinhos e sobremesa…
E então, o que vocês acharam? Fizemos bem?